"(...)
Foi ficando angustiado e triste. Começou a temer por sua vida, por toda
a sua atividade e até pelo futuro. Um novo pensamento vinha roubar-lhe a
tranquilidade. De súbito ocorreu-lhe que havia passado sua vida inteira
sozinho, que ninguém o havia amado, e que também ele nunca chegara a
amar ninguém."
— Fiódor Dostoiévski, A Senhoria.
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