O banco da praça está vazio
Abandona e sozinho
Espera por algum desconhecido
Por alguém que ele nunca viu
Quando esse alguém virá
Não se pode saber
Mas continua a esperar
Sem entender bem por que o fazer.
A chuva vem, o sol se põe
As estações mudam, e os anos passam
O que não muda é a espera infinita
Por esse alguém que nunca viu
E que talvez nem mesmo exista.
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